quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Tão densa, tão volumosa má sorte,
Intensa e, assim, repentina; morte,
Engole, faminta, em seus braços fortes,
Sonhos que sangram, fazem delirar.

Doces e plásticas epifanias,
Segredos; silêncio que abarca a vida,
Cala tamanha inocência perdida em
Simples ondas que retornam ao mar.

É assim que o dizem, como lhe definem,
Em austera inveja, apenas proíbem,
Julgando que podem lhe condenar.

Meu sonho, vício, desejo, irreal
Me consome em seu amor abissal
Contudo, em você, encontra-se meu lar…

(Nicole Nicolela)

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